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MOTO GRUPO ÁGUIA NEGRA

Criar um moto-grupo, é bem mais do que simplesmente inventar um nome bonito e fazer camisetas. Na realidade o nome deve ser a ultima coisa a ser criada.
Um moto-grupo deve sempre começar a partir de um grupo de amigos. Os passos mais importantes devem ser a amizade, o companheirismo e o respeito para com os companheiros e os outros motociclistas.
Defina um grupo de regras, tendo como as principais, respeito às outras bandeiras, respeito aos companheiros, respeito às leis nacionais, respeito à natureza e à vida.

NORMAS DE VIAGEM - COMO VIAJAR COM SEGURANÇA

Capítulo I

O trem de viagem é composto primeiramente pelo Capitão de Estrada e seu Auxiliar, que sempre será a segunda moto da formação e na normalidade estará do lado direito da faixa de rolamento.
Serão seguidos pelos demais integrantes do trem na formação “passos na areia” .Fechando este trem, estão o Auxiliar de Ferrolho e por último o Ferrolho.

A formação segue a seqüência de hierarquia, Capitão, Auxiliar de Capitão, integrantes, Auxiliar de ferrolho e o Ferrolho.
A responsabilidade de cada integrante em manter essa unidade é grande. O menor descuido pode gerar uma confusão, acidentes ou acabar com a viagem.
Para que isso não aconteça a primeira regra é “ninguém ultrapassa ninguém”.

Capitão de Estrada: Aquele com mais experiência em viagem em estrada, conhecedor das técnicas e caminhos a seguir e trabalha constantemente com a visão dos retrovisores e sempre que possível estará contando se todos os integrantes estão na estrada. Ele juntamente com o Ferrolho determina a velocidade do Trem.

Auxiliar do Capitão: Segunda moto da formação, solicitado pelo Capitão para verificação geral, mudança de faixa, fluxo dos veículos,
Segurança do grupo.

Ajudante de Ferrolho: comunicação entre Ferrolho e o Capitão nas possíveis ocorrências, assistência a quem parou na estrada e demais providências assistenciais.

Ferrolho: Cargo complexo e complicado. Exige um motociclista experiente que esteja em sintonia com o Capitão. O Ferrolho tem que ter percepção dos movimentos críticos, saber o momento certo para abrir (a esquerda) e dar passagem para um veículo em maior velocidade e também o momento para se bloquear a estrada para a ultrapassagem segura do trem. Em cada viagem irá encontrar uma dificuldade e terá que ter solução para melhor proteger o grupo.

Visitante: O visitante é de total responsabilidade de quem o convidou para participar da viagem. E deve viajar junto com o trem posicionado à frente do ferrolho e atrás do integrante que o convidou.

Triciclo e Carro de apoio: Podem seguir o trem mas, depois do Ferrolho.

Integrantes de outros moto clubes devem viajar sempre fora do trem.

Capítulo II

O TREM EM MOVIMENTO

A melhor formação na estrada é “Passos na Areia”.
Evitar o zig zag, ou mudança de faixa de rolamento.
Mantenha uma distância segura da moto da frente, esta distância deve variar de acordo com a velocidade do trem.

Em caso da estrada não propiciar a formação passos na areia, por condição do asfalto, o trem deverá reduzir a velocidade e passar para a formação fila indiana com a distância entre motos aumentada e voltando a formação inicial após passar o trecho ruim.

ESTACIONAMENTO

A melhor maneira de estacionar todas as motos é manter um intervalo suficiente entre as motos, caso alguma moto venha a cair, não provoque o efeito dominó com as demais.

SEGURANÇA

Esta segurança é composta pelas condições gerais de sua moto, (elétrica, mecânica, pneus e documentação) pelas suas vestimentas (jaqueta, viseira, capacete, luvas e botas), pelas suas bagagens devidamente acondicionadas e afixadas à moto e principalmente pela sua condição de saúde. Você deve estar em pleno gozo de suas faculdades físicas e mentais para fazer uma viagem com segurança.

Capítulo III

DA QUESTÃO DE ORGANIZAÇÃO

Devem os motociclistas ao combinar uma viagem em conjunto, formando um Trem, organizar e deixar bem claro a todos os seus participantes que:

1 . A qual velocidade o Trem vai andar;
2 . Qual a distância a ser percorrida entre cada parada, já determinando os locais de parada, se for assim for possível;
3 . O tempo de cada parada;
4 . Local de encontro no destino;
5 . Outros aspectos.

Uma questão importante, se nada for combinado ou organizado não se poderá exigir ou mesmo querer que qualquer motociclista tenha respeito ou siga o bonde, pois ele não criou compromisso.

DA QUESTÃO DE CONSCIÊNCIA

Devemos ter em mente sempre o primeiro fundamento do motociclista que é o respeito à liberdade.
Assim, não existe qualquer desrespeito, falta de companheirismo se um motociclista decidir não ir no Trem no limite de velocidade fixado.

Tem cada motociclista o direito de escolher se anda mais forte ou não, se vai no Trem ou não.
A questão de consciência se faz presente no sentido que cada motociclista tem o dever de respeitar a decisão de seu amigo, de seu parceiro, se vai andar no Trem ou não.

DA QUESTÃO DE RESPEITO À PALAVRA

Cada motociclista é livre, tem a liberdade de escolher se anda ou não no Trem.
Porém, quando ele toma a decisão de andar no Trem ele está empenhando sua palavra que vai aceitar as regras estabelecidas, tais como limite de velocidade, tempo de parada e outras decisões.

Ele deixará o seu direito fundamental de liberdade em prol de outro fundamento do motociclismo que é o do companheirismo.
Quando ele viola as regras do Trem, além de faltar com respeito aos demais motociclistas, deixar sua palavra sem valor, ele está colocando em risco a amizade e inclusive a segurança dos demais, pois a partir da formação do Trem estão contando com ele.

Queremos curtir a viagem na ida, confraternizar no local do encontro e voltar contente, com segurança e tranqüilidade.


Boa Viagem!

Presidente: João Alexandre

Vice-Presidente: Sant Clair

 

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